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 [Conto] Quem é vivo sempre aparece

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Tibeto
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MensagemAssunto: [Conto] Quem é vivo sempre aparece   Ter Fev 21, 2012 8:43 pm

Mensagem ao leitor:
Spoiler:
 


Quem é vivo sempre aparece


PRÓLOGO

O velho e exímio matador estava todo coberto por tecidos e roupas largas, não era possível que alguém identificasse seu estilo de luta se o mesmo não entrasse em combate. Suas botas escuras batiam naquela parte do terreno que tinha um clima tropical. Os aventureiros que ajudaram na exploração de Ash Vaccum sabiam que aquela área era artificial, uma espécie de tecnologia inventada pelos esplêndidos para que o clima seco e gelado se parecesse ao clima de seu mundo.

O guarda que guardava a área que dava acesso aos campos esplêndidos acenava para um casal que entrava na área do acampamento. A mulher tinha cabelos brancos e longos, amarrado com uma fita azul na altura da cintura, devia ter por volta de 28 anos. O homem que acompanhava a mulher devia ser um pouco mais velho, tinha a barba mal feita, era negra, assim como os cabelos médios e despenteados. A mulher usava trajes típicos de uma Arcebispa e o homem de Renegado. Ela vinha feliz falando ao homem.

-Olha que linda!! Novinha em folha!!

O homem andava um pouco a frente dela, com uma cara de "não acredito que aconteceu isso".

- Você está falando do que mesmo?- o renegado olhava indignado para a mulher.

- Ah, não estou falando da Chocolate agora, estou falando da pele que acabei de ganhar! -A moça falava enquanto deixava exposta um Pedaço de Pele de Guardião, item cobiçado por muitos aventureiros, logo atrás da mulher uma Lhama a seguia. -Vem Chocolate!!

O homem continuava a espreita, apenas observando o casal enquanto os dois se aproximavam de um agente Pata de gato. A agencia Pata de gato fornecia serviços semelhantes aos da Corporação Kafra, porem, era necessário obter pontos para que pudesse usufruir desses serviços. Por um instante o homem se distraiu com os gritos de Taab, um criador que capturava criaturas do novo mundo para estudos.

-Um Cornus acabou de fugir!!

Segundos depois ele observava novamente o casal enquanto saia pela ponte que ligava ao centro do acampamento. -Sem dúvidas é ele!




Capítulo 1 - O preço do Sangue

A noite chegou e o casal se dirigiu à construção central do acampamento. O renegado dormia em um dos quartos com sua esposa a alguns dias, já que estavam ha bastante tempo no novo mundo. Miya estava exausta pela aventura do dia. Ela e o marido haviam visitado a sala do guardião da Yggdrasil, que estava abandonada a tempos. Os esplêndidos avisaram que o local era ameaçado pela sombra de Nidhogg, um ser de pura maldade que tomou o lugar do verdadeiro guardião. A cada três dias essa sombra retomava o poder para se materializar e o casal adentrava a caverna para investigar o desaparecimento do verdadeiro Nidhogg.

Miya deitou-se na cama e olhou para o marido.

-Ainda está nervoso porque sempre que são dias pares eu consigo ganhar os prêmios?!

O renegado, meio distraído, responde com um sorriso.

-Não é isso...estou pensando em algumas coisas.

-Você nunca me conta tudo né! -Miya expressava descontentamento.

- Amanhã conversaremos sobre isso, vamos descansar um pouco hoje, afinal, preciso que você recarregue suas energias pra próxima. - O homem de cabelos negros respondia com um sorriso malicioso.

-Bobo! - A arcebispa apagava a luz e chamava o marido para seu lado.

---

Já se passavam das três horas da manhã em Ash Vaccum, o clima no acampamento era estranho pois o mesmo situava-se entre uma região gelada e uma tropical, porem o frio sempre tomava dianteira, fazendo com que os poucos soldados e aventureiros que andava pelo local se cobrissem para se esconderem do frio. Ebitto ainda estava acordado a espreita, havia visto algo que não gostara no último encontro do clã. E mais cedo, teve a certeza que algo estava estranho quando viu outro homem suspeito observando ele e sua esposa. A última vez que o viu ele atravessara a ponte rumo ao acampamento e sumira.

Um pequeno barulho de piso se rangendo pode ser ouvido aos mais atendos do lado de fora da sacada da construção central do acampamento. Ebitto se equipou rapidamente em silêncio para não acordar sua esposa. -Agora eu pego esse safado!

Ebitto usou uma porta que ligava a sacada mas quando chegou no local não avistou nada. Tem algo errado aqui. O renegado conjurou uma habilidade instantanea:

-Borrifar Tinta. Neste momento ele sacou algumas latas de tinta e uma nuvem azul percorreu toda a área que o cercava, porém, nada aconteceu.

Ebitto coçou a cabeça e quando já estava prestes a entrar novamente na porta escutou um barulho vindo da outra construção que localizava-se quase a frente de sua posição. Uma silhueta pode ser vista pulando do segundo piso e desaparecendo em pleno ar. Por um breve momento o renegado teve a impressão de ouvir em sua mente. Siga-me se puder.

---

Duas pessoas podia ser vistas correndo pelos campos de Esplendor, um deles estava coberto por panos e o outro era o Renegado líder do clã Valor, o homem misterioso parou de correr quando viu que estavam longe de tudo. Não disse uma palavra se quer ao renegado, apenas sacou duas adagas conhecidas de Ebitto. Na mão direita o indivíduo possuia um Bisturi, instrumento cirurgico preciso e na mão esquerda uma Rondel, adaga capaz de perfurar a defesa do inimigo como papel.

O renegado ainda pensou um pouco antes de sacar sua arma. -Até parece!

Ebitto sacou uma espada das costas, e a segurou com a mão direita, na mão esquerda segurava um escudo azulado dropado por Valquírias caídas do reino de Valhala. Em um movimento rápido com a mão direita o renegado evocou os poderes da espada que segurava, nesse momento a espanha se banhou em chamas vivas avermelhadas. A espada mística de fogo, empunhada por Naght Sieger, guardião da Torre sem fim, era conhecida entre diversos guerreiros do reino.

-Uma espada bonita por sinal, mas será que sabe usar ela? -a voz rouca saiu do meio dos tecidos que cobriam a boca do oponente. Menos de três segundos depois o mesmo partia pra cima do renegado a uma velocidade surpreendente. Mal deu tempo do renegado pensar ou se preparar. A Rondel atravessou o ombro do renegado sem hesitação por parte do inimigo. -Muito lento!

O sangue escorria o braço esquerdo do renegado que perdia as forças para segurar o escudo. -Que droga é essa?!

O renegado partiu pra cima do inimigo sem um plano definido e os dois trocavam golpes rápidos enquanto planejavam o próximo passo na batalha. O inimigo recuou um pouco, não parecia estar com medo, simplesmente parecia analisar os golpes que o oponente desferia.

-Volta aqui! - Gritou Ebitto quando soltou a espada e sacou uma adaga pulando literalmente sobre seu inimigo. -Chute Aéreo! Chute Aéreo! Chute Aéreo!

A sequencia de chutes portando uma adaga silenciante resultou em um inimigo atordoado que não conseguiu pronunciar a próxima frase. Ebitto tirou a espada que estava cravada no chão macio da planície e correu em direção ao inimigo.

-Impacto Flamejante! - A espada conhecida por Lâmina Vermelha ardeu em um fogo e ao tocar o chão uma explosão rodeou o corpo do renegado, jogando seu inimigo para longe, alguns de seus tecidos pegava fogo.

-Hehe, não conte vitória antes da hora, deixar a guarda baixa para conhecer seu oponente é uma estratégia de luta, e agora você vai dizer se faz parte ou não da tal Central! - O homem se aproximava do inimigo lentamente.

-Impacto Meteoro. - Uma nuvem de veneno mais densa que o de costume tomou conta do inimigo, com certeza esse oponente trabalhava na guilda dos sicários, e não devia ser dos fracos. Ebitto analisou enquanto a nuvem de veneno se dissipou, não havia mais nenhuma chama em torno de seu inimigo.

O renegado partiu para o golpe de misericórdia, pulou sobre o inimigo com a espada ainda em chamas. O golpe foi barrado por uma Katar que o inimigo portava na mão esquerda. Ebitto forçou a espada mas o inimigo segurava seu ataque com firmeza. -Que merda é essa!

-Retaliação! - Bradou o inimigo do renegado ao mesmo tempo que o renegado foi atirado a alguns metros de distancia.

- Não contar vitória antes da hora? Deixar a guarda baixa de propósito? Parecem palavras sábias para um perito em batalhas um contra um, mas sinceramente, vindo de você...soou como uma piada. - O inimigo se aproximou do renegado caído ao lado de uma pedra e parou a curta distância. -Agora você vai aprender a lição!

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MensagemAssunto: Re: [Conto] Quem é vivo sempre aparece   Ter Fev 21, 2012 8:43 pm

CAPÍTULO FINAL

Ebitto só percebera que o sicário o havia envenenado nesse instante. -Maldição...

O sicário continuou se aproximando do renegado, agora indefeso, paralisado no chão.

- Essa é a segunda vez que você tem sorte na vida...talvez não haja uma terceira. - disse o sicário, abaixando a máscara que carregava o nome da classe.

-Os anos passam e você continua sendo pior que eu...mesmo eu já estando velho.

Nesse momento o renegado reconhecera a voz, que parecia um pouco mais rouca do que desde seu último encontro com o velho. Por um momento Ebitto agradeceu por ter seu velho conhecido à sua frente.

O sicário parou por um instante, enquanto retirava um antidoto de uma das bolsas que carregava. -Isso deve resolver.

-Seus modos só pioram velho T...toda vez é isso é?! -bradou o renegado enquanto se lembrava do último encontro com o sicário.

- Precisava ter a certeza de que você ainda estava em forma...a tal "Central" que você mencionou. - o velho parou e olhou para o céu por um instante. - eles tem pessoas tão boas quanto eu por lá...enquanto você tem alguns novatos em treinamento.

Ebitto decidiu que não conseguiria encarar o velho. No fundo ele sabia que as palavras do sicário eram verdadeiras, mas ele já tinha se apegado demais à guilda e seus membros.

- Tudo bem, eu estou um passo à frente...esse pessoal da Central, na verdade não passam de uns gatos pingados contratados pela Rekember.

O renegado conhecia a fama da corrupta corporação de Schwartzwald. Thanabog já havia o alertado sobre acontecimentos obscuros envolvendo a corporação. -Não pode ser, como você pode ter cert-

- Tome logo o antidoto ou as coisas podem piorar, está claro que vocês não estão preparados para lidar com a corporação, nem por si sós e nem com a ajuda dos novatos. Eu sugiro que desapareçam do mapa.

Ebitto tomou o antidoto dado pelo velho sicário. - T, eu te respeito por tudo que a sua figura representa na minha trajetória, mas você não tem o dir- mais uma vez o velho interrompe o renegado.

- Acredite em mim, você não quer carregar o peso da morte desses novatos...se você não foi páreo para mim, imagina quando vierem em duplas ou trios. Não confunda o pessoal da Rekember com os desastrados dos seus ex-companheiros.

Cada palavra cortava a mente de Ebitto tal qual o aço quente cortava a carne. O renegado ficou estático, não por efeito do veneno ou dos ferimentos físicos da luta prévia, mas por não conseguir achar as palavras que pudessem tirá-lo daquela situação.

- Eu vou continuar minha jornada em busca desses cretinos, eles se meteram com a guilda dos sicários ao ponto de me fazerem voltar à ativa. -entoou sério.

- Se una então à Valor e me ajude a parar a Central!

- Háhá...filho você até pode tentar, mas eu sou um lobo solitário, não aceitaria convite para um clã como o seu...não me leve a mal, mas eu tenho ofertas melhores. tsc tsc

O renegado coçou a cabeça enquanto forçava um sorriso amarelo. - Tudo bem, eu estava brincando.

O sicário levantou novamente a máscara e a colocou sobre a boca. - Se eu me encontrar com seus coleguinhas, te mando notícias...pense no que conversamos.

Ebitto sentiu o calor de sua amada e, no instante seguinte, estava dentro do quarto, ao lado de Miya. A arcebispa arregalou os olhos quando viu o marido todo ensanguentado. - Ele disse que não te machucaria...

Com lágrimas nos olhos ela bradou: -Curatio!!!

O renegado não ficou bravo e não discutiu com a esposa, ele sabia que estava ali por um aviso prévio do sicário à Miya. O velho sicário sempre foi cauteloso e se queria uma conversa a sós com ele, ela iria acontecer, de um jeito ou de outro.

-Relaxa amor, eu quase venci ele dessa vez! - disse o renegado à esposa, esboçando um sorriso.

A arcebispa, ainda com lágrimas nos olhos respondeu. - Sei...


-Não, é serio...deixa eu te contar como foi a luta. Eu dei um chute na cara dele e depois... - Ebitto continuou a contar a sua história para a esposa. Ele sabia que teria que conversar a sério com o núcleo do clã no dia seguinte, mas naquele momento queria só agradecer por estar vivo, por ter se encontrado com um velho amigo, e não com os subordinados do inimigo, agora revelado -REKEMBER.

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MensagemAssunto: Re: [Conto] Quem é vivo sempre aparece   Ter Fev 21, 2012 8:44 pm

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MensagemAssunto: Re: [Conto] Quem é vivo sempre aparece   Ter Fev 21, 2012 9:24 pm

OhLoRD, Mais um conto!! *-*
Bom cara, espero ancioso, Já o começo é interessante, Quando acabar, eu edito essa resposta com as críticas ^^
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MensagemAssunto: Re: [Conto] Quem é vivo sempre aparece   Qua Fev 29, 2012 9:13 am

Primeiro capítulo adicionado. Comentem!

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MensagemAssunto: Re: [Conto] Quem é vivo sempre aparece   

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