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 História do laboratório de Somatologia (Biolab)

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Tibeto
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Mensagens : 294
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MensagemAssunto: História do laboratório de Somatologia (Biolab)   Qua Out 12, 2011 5:54 pm

Conversando com Thanabog esses dias, ele me contou que tinha lido sobre o assunto..então fiquei curioso e resolvi procurar, então agora estou compartilhando com vocês. Essa história alguns jogadores RP's se basearam para escrever suas fics, e narra os experimentos que puderam ter levado o laboratório de somatologia a ser o inferno que é hoje.


A história por trás do Laboratório

Clique aqui para ler




O link te direciona a postagem original de onde eu li.
Agradecimentos a Thanabog por me lembrar dessa história "mui loka".

Dando os devidos créditos no link, crtl+C e V só pra facilitar, o conteudo NÃO é de minha autoria!!!

Dr. Shag Linthol

Relatório de experiência número 507-017

Cobaia: #789, Seyren Windsor

Objetivo: Descoberta do máximo limiar de dor.

Preparativos:

De acordo com os relatórios obtidos com os exércitos, Seyren Windsor, desertor do exército de Lighthalzen, cobaia #789, sempre resistiu bravamente à dor, muitas vezes ignorando dores que fariam uma pessoa desmaiar. Selecionada, a cobaia foi devidamente sedada com Irotebiol 0,75 g/mL, dose muito acima da média dada a resistência da cobaia à droga. Foram colocadas 4 celas no laboratório, cada uma tratada para resistir a ácidos, chamas, traumas mecânicos (Onde mantivemos a cobaia) e a quarta tinha barras eletrificadas graças ao auxílio do Dr. Portman, Sábio da Universidade de Juno, capital de Schwartzwald. A cobaia foi isolada na cela de traumas mecânicos, e, para manejá-la de cela em cela, foram utilizados bastões encatadas com tempestade, cortesia do Dr. Portman, que mantinha-se na sala para congelar a cobaia em caso de rebelião. Foi separada também a mesa de procedimentos cirúrgicos

Dia 1:

A cobaia demonstra hostilidades normais de uma pessoa sob intenso stress mental. Para manejá-lo para a cela eletrificada foi necessário o uso da magia Rajada Congelante, feita pelo Dr. Portman. Ao tentar sair da cela, a cobaia recebeu uma descarga elétrica de intensidade 10 mA. A cada toque, a corrente subia 10mA e o cobaia perdeu a consciência logo que recebeu 2000mA no corpo. Para estimulá-lo a tentar sair da cela, contatamos as forças armadas e capturamos a família do desertor sem que ele tomasse conhecimento disso. Nesse dia, apresentamos a esposa dele sendo torturada pelo meu auxiliar, Long Hi Ming, versado na academia de Louyang de espionagem. Com a perda de consciência, tomamos nota que, para uma pessoa sob o stress da cobaia #789, o limiar de dor máximo por agressão elétrica é 2000mA. Para evitar danos aos vasos sanguíneos e outras estruturas, usamos um preparado de Poção Branca, 2 L, 10mL/s injetado endovenosamente para reparar qualquer ferimento formado no corpo do #789.

Dia 2:

Antes que a cobaia despertasse de seu sono, sedamos com Irotebiol 0,75g/mL e o colocamos na mesa de procedimentos cirúrgicos, mantendo suas mãos e pernas atadas com algemas de aço. Deixei Long Hi Ming efetuar os traumas que achasse adequado para causar dor extrema. Seyren Windsor suportou as fraturas osso a osso em seus braços, suas pernas, mas não suportou o trauma no peito. Novamente fizemos o preparado de Poção Branca, 2 L, 10mL/s. Após reestabelecimento total, meu auxiliar começou os procedimentos cirúrgicos sem qualquer anestesia. Mantendo-o sob constante infusão de sangue retirado de nosso banco de sangue, Long Hi Ming extraiu o fêmur e o devolveu ao seu lugar. A cobaia infelizmente não aguentou muito e novamente houve perda de consciência. Um dia pouco produtivo, em minha opinião.

Dia 3:

Hoje, manejamos a cobaia para a cela à prova de chamas e o Dr. Portman incendiou o piso da cela. A cobaia logo entrou em combustão e desmaiou 2 minutos após o começo. Para tal procedimento, contactamos o Templo de Honir, em Juno, que nos enviou um de seus sacerdotes. Logo que o cobaia desmaiou, o Sacerdote Tom Thorwill iniciou os procedimentos de cura através de magia divina. A cobaia sobreviveu. Mais tarde, criamos um corredor da dor, com cacos de vidro, arame farpado, lâminas e ladrinhos-armadilha elétrica. Para fazer com que a cobaia tentasse atravessar, deixamos o primeiro filho e o caçula dentro de uma caixa de vidro sendo enchida com água. Se pretendesse salvar os filhos, tinha que passar pelo corredor e quebrar a caixa. Infelizmente ele desmaiou quando completou 3/4 do corredor, e os filhos dele tiveram de ser sacrificados por isso.

Dia 4:

Infelizmente a cobaia mostra comportamento anormal, estando apática mesmo após cutucarmos ele com o bastão encantado com eletricidade. Quando mostrada a filha do meio, ele apenas ergueu a cabeça e disse: "Matem-na...". A julgar pelo comportamento, a cobaia estava louca. Infelizmente, a pesquisa teve de ser interrompida ao quarto dia, pois toda a alteração que a loucura promove no metabolismo impede-nos de prosseguir com a experiência extendendo-a para a população. A cobaia foi sacrificada mantendo-a congelada até o pescoço e aplicando choque intenso sobre a cabeça. O corpo foi levado ao depósito de materiais e a experiência foi encerrada.

Conclusão:

O ser humano não foi feito para ser testado seus limiares de dor em um intervalo de tempo tão curto. Que esse erro não se repita em futuros experimentos. Infelizmente, o mistério que cria essa loucura para proteger o ser humano de tais eventos deverá ser alvo de futuro experimento.

OFF

Seyren, na época da Guerra da Unificação, treinou o Kerd (embora Kerd sempre dirá que foi o básico do básico). Depois da Guerra, Seyren passou a dedicar seu tempo a perseguir funcionários da Rekenber, ao passo que Kerd foi, por um curto período de tempo, membro de uma equipe mercenária ligada à corporação. Seyren ligava Kerd à Rekenber, e acabou ligando os pontos quando foi pego por Linthol, achando que Kerd foi o culpado, quando este já tinha cortado laços com a Rekenber.

Depois que foi revivido por Balthazar, Seyren se mostrou bem disposto a conseguir sua vingança contra Kerd. Poderia ter conseguido, mas foi freado por Cal e a Ordem do Trovão, como mostrado na fic da Jornada. E ainda assim exigiu que Eremes aparecesse para dar a luta por encerrada. Mais tarde, Seyren encontra com Cal em Maroll, ao descobrir que Ferus levava seu DNA. Seyren confronta o Construto pessoalmente, mas é Irma quem encerra a briga. Ao seguir caminho com Cal até Rachel, ele finalmente descobre que Cecil Damon foi a responsável pela morte de sua família, o que resulta numa violentíssima batalha em Rachel, que só acaba quando uma figura negra interfere no confronto. Seyren desde então passou a viver em coliseus ocultos, um deles dentro dos esgotos de Prontera, lutando sem parar.

Seyren é meio traumatizado com a parada do laboratório. Bem, a explicação máxima deste evento se encontra justamente na fic do Akahai, que eu estou postando aqui. Já era decidido que eu fosse resolver o caso dele há eras. Ah sim, sobre Seyren e Kerd no Livro 2 da Jornada, o Kerd adorou quando eu sugeri a ideia do Seyren buscando por vingança.

O texto em azul é a informação obtida através dos RPers envolvidos com a história, e os textos em vermelho se relacionam com a Jornada de Cal Rasen, conforme já mostrado.
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Tibeto
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Mensagens : 294
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MensagemAssunto: Re: História do laboratório de Somatologia (Biolab)   Qua Out 12, 2011 6:40 pm


Dr. Shag Linthol

Relatório de experiência número 114-049

Cobaia: #274, Howard Alt-Eisen

Objetivo: Descoberta do limite da força humana natural e da resistência ósteo-muscular.

Preparativos:

De acordo com o conhecimento popular, Howard Alt-Eisen é famoso por suas demonstrações de força ao puxar sozinho a locomotiva do trem que liga Einbroch a Einbech. Após passar correntes pelo seu torso, ele caminha usando de sua força para tracionar a corrente e mover a locomotiva, deixada desligada e sem fogo. Para obter a cobaia, usou-se as habilidades de espionagem de meu assistente Long Hi Ming para colocar Hipnotron, 2 glóbulos de 3mm de raio em cada uma de suas poções. Após um dia inteiro de treino nas planícies e tomando, segundo meu assistente, 45 poções cuja cor não interessa citar, já que o Hipnotron não é afetado pelo princípio ativo das poções, o #274 entrou em sonolência profunda. Sua família (Esposa, e duas filhas, uma visivelmente adolescente e outra de aparentes 5 anos) foi capturada também por Long Hi Ming, sendo colocados em celas no depósito no segundo sub-solo. Foi construído 1 pistão com graduação crescente de potência, cada um capaz de recriar o peso equivalente a 300kg, 600kg, 900kg, 1200kg,1500kg e 1800kg. Também foram preparadas 5 bolas de aço conseguidas em campanha para Glast Heim, mais especificamente em sua prisão. Foi convidado novamente do Sacerdote Tom Thorwill, do templo de Honir, para proteger a cobaia, a mim e meu assistente. Foi também preparado um fosso com uma barra o cruzando e estacadas no fundo do poço. O fosso apresenta 10mx10m, espaço que precisamos.

Dia 1:

A cobaia foi retirada imediatamente após a preparação do pistão e inserida na câmara principal. O efeito do Hipnotron ainda não havia passado, dada a alta dose da droga que #274 ingeriu. Após despertar, foi informado que, se ele colaborasse, ele e sua família poderiam deixar o laboratório sem grandes problemas. Após sua aceitação, foi iniciado.

-300kg: Ndn (Nada digno de nota)
-600kg: Ndn
-900kg: A cobaia demonstra pouco esforço
-1200kg: A cobaia demonstra fazer muito esforço, o que chama a atenção para o fato de que ele, que puxa uma locomotiva, não estar conseguindo manter-se. Para dar um estímulo extra ao #274 em colaborar, sua filha menor foi sedada com Irotebiol 0,05mg/mL e colocada junto com o pai dentro do pistão e elevada a potência para 1500kg.
-1500kg: Agora a cobaia demonstra sinais claros de que está fazendo muito esforço. Apresenta intensa sudorese, visível contratura muscular, além da face característica. A filha do #274 não apresenta nenhuma reação, sedada pelo Irotebiol 0,05g/mL
-1800kg: Ocorreu eversão do braço direito do #274, sendo parado o pistão imediatamente.

Removeu-se imediatamente o #274 para a sala de procedimentos cirúrgicos e, devido à urgência de sua fratura, não foi possível efetuar anestesia com Seficiol, nos obrigando a usar a mesa para cobaias tipo 7, com algemas de 10cm de espessura. Foi feita artrotomia investigativa e constatou-se fratura no olécrano. Após relocação da fratura, foi feita sutura em chuleio contínuo e aplicada um preparado de Poção Amarela, 2L, 10mL/s endovenoso. Após o procedimento, foi aplicado Irotebiol 0,10 g/mL, dada a resistência do #274 à drogas em geral e levou-se o #274 e sua filha para a cela usada na experiência com o #789, a cela resistente a traumas mecânicos. Após 4h, a criança começou a apresentar uma rara reação adversa ao Irotebiol, apresentando-se cianótica, com hematêmese e com hematomas difusos pelo corpo. A menina veio a óbito por insuficiência respiratória em questão de 5 minutos após o início da cianose, impossibilitando uma intervenção. O corpo foi prontamente cedido à Dra. Sarine Kishikin, especialista em farmacologia do Laboratório de Somatologia. Felizmente pudemos estabelecer a resistência do olécrano de um homem como o #274. Precisou-se limpar a cela e o #274, usando álcool a 70%)

Dia 2:

Convidamos o Profº Emérito da Academia de Magia de Geffen, o Arquimago Travis Codmin, para participar deste experimento. Após completo reestabelecimento do #274, foi constatado intenso stress mental por parte dele. O meio de constatação foi inusitado: Ao chegarmos ao laboratório eu, o Sacerdote Thorwill e Long Hi Ming, notamos que a cela estava virada e, por sorte nossa, com o #274 ainda preso dentro dela. Long Hi Ming precisou usar de seu arco e flecha para injetar Irotebiol 0,10 g/mL no #274, uma vez que a cobaia esvata perigosamente hostil. Levamos a cobaia para a sala onde a barra e o fosso estavam devidamente prontos. Foi retirada a esposa dele da cela e presa através de correntes, aos pés do #274. Foi colocada uma plataforma mantida em suspensão pelo profº Codmin através de sua magia gravitacional e colocado #274 e sua esposa em cima dela. Ao despertar, o #274 fez a menção de saltar em nós, mas sabidamente o profº Codmin criou uma extensa barreira de gelo, impedindo que ele nos atinja. Ao começar, o Sacerdote Thorwill se preparou para o caso da queda do #274. Assim que a cobaia segurou na barra, o profº Codmin fez a plataforma vir até nós. Howard manteve-se suspenso pela incrível marca de 5 dias. Ao fim do quinto dia, ele anunciou que ia ceder, então o profº Codmin foi chamado. Infelizmente, Howard cedeu antes que a magia do profº estivesse pronta, caindo e sendo protegido pela magia do Sacerdote Thorwill. Infelizmente, a esposa dele teve o destino trágico de ser trespassada pelos espinhos do fosso. Para removê-la e limpar o local, o profº Codmin teve de usar magia gravitacional e diversas Bolas d'Água.

Dia 3:

Novamente tivemos de sedar a cobaia, dessa vez com o dobro da dose, pois ele estavam conseguindo espaçar as barras e, quando chegamos, ele já podia passar os ombros, mas não a cabeça. Para esse dia, foi reaproveitado o corredor onde ocorreu parte da bateria de testes do #789. Exceto pelo fato de que as armadilhas foram retiradas, exceto as elétricas, que forraram o piso do corredor. Assim aproveitaremos e checaremos a reação de uma pessoa com o controle físico do #274 após ser eletrocutado. e a cobaia estava com 5 bolas de ferro revestidas com chumbo pesando aproximadamente 300kg cada. Foram amarradas uma em cada punho, uma em cada tornozelo e uma no pescoço de Howard. O mesmo estímulo para ele cruzar o corredor com esse peso no corpo foi dado: Sua última filha, a mais velha, foi colocada na mesma cabine de vidro sendo preenchida com água. O #274 foi mais longe, cumprindo 7/8 do corredor antes de desmaiar por causa da dor. Não havia contraturas espasmódicas, normais do choque, o que mostrou uma capacidade anormal de controle. Sua filha morreu afogada, mas o corpo foi preservado para uma última barganha com o #274.

Dia 4:
(Agradecimento especial à minha amiga Erynies)

Quando despertou, o cobaia estava na cela eletrificada do experimento com o #789 e lhe foi proposto o seguinte: Ele lutaria com 4 Guardiões do tipo Guerreiro sozinho, com seus equipamentos, inclusive suas poções. Em troca, o Sacerdote Thorwill ressucitaria sua filha mais velha, a única em condições de ressurreição. Após a aceitação, o #274 foi levado ao galpão de testes da fábrica de guardiões e deixado lá. O combate que se seguiu raramente pode ser igualado. Dois dos quatro guardiões foram derrubados em poucos minutos, sendo que os outros dois, com seu centro de controle danificado, estraçalharam o corpo do #274. Suas capacidades combativas foram registradas através dos sensores, e sua classificação foi classe S. O corpo do #274 foi levado ao depósito após autópsia, constatando uma maior enervação dos músculos, e a experiência foi findada.

Conclusão:

O corpo humano aguenta um máximo de 1800kg na posição mais adaptada para aguentar um peso elevado: A posilção ereta. Sua resistência superou a marca dos 5 dias, mostrando que esse é o limite com um peso associado, podendo ser aproximado para 10 dias. Os efeitos psicológicos que levaram essa determinação serão bem estudados em outra ocasião. Chegou-se também à conclusão que, com o uso constante, adquire-se um controle elevado sobre a contratura muscular, através de uma enervação maior e mais precisa de cada fibra. E chegou-se à conclusão que que a resistência dos Guardiões do tipo guerreiro devem ser aumentada, além de ser colocada uma blindagem extra no peito.



Titular: Dr. Shag Linthol
Adjunto: Drª. Nayru Sohho

Relatório de experiência número 056-744

Cobaia: #900, Eremes Guile

Objetivos: Compreender a imunidade a drogas e venenos, obtenção de dados para o Projeto Guardiões, compreensão do mecanismo do chamado Veneno Mortal

Preparativos:

Em relatórios obtidos recentemente com Long Hi Ming, auxiliar do Dr. Shag Linthol, chegou ao conhecimento desta equipe a falha de um dos membros mais proeminentes da Guilda dos Mercenários (existente no Reino de Rune Midgard, fronteira Sul da República de Schwartzwald). Segundo informações colhidas pelo auxiliar do Dr. Linthol, houve o massacre de uma tropa de infantaria leve do Exército Real por apenas um homem, que, segundo o único sobrevivente, atendia pelo nome de Eremes Guile. Para a obtenção de tal espécime, foram destacados os auxiliares Long Hi Ming (Dr. Linthol) e Seimour Lightaxe (Drª. Sohho). Segundo o relatório feito pelos auxiliares, foi efetuada abordagem direta do Sr. Guile e, como previsto, inciado um confronto. Long Hi Ming fez uso de 14 flechas contendo diversos narcóticos que não surtiram efeitos sobre o Sr. Guile, sendo mandatório o uso de trauma mecânico em região cervical para sedá-lo. Foi separada uma sala com 6 mesas de contenção em 45º, 6 mesas comuns no setor de farmacologia e a sala de procedimentos cirúrgicos. Foi convidado também o Sacerdote Tom Thorwill devido aos procedimentos não ortodoxos da Drª. Sohho.

Dia 1:

Para uma análise incial do #900, foi decidido uma análise de habilidades em combate. Deixou-se Long Hi Ming, Seimour Lightaxe e a Drª. Sohho dentro do laboratório, sendo que todas as atividades foram interrompidas e as equipes de pesquisadores foram relocadas ao primeiro piso. A cela do #900 foi deixada destrancada e diversas armadilhas foram adicionadas ao local a gosto de Long Hi Ming. A metodologia da Drª. Sohho foi dar ao #900 uma possibilidade de fuga para que ele tenha um estímulo para combater aqueles que se interpusessem em seu caminho. Foi iniciado um combate em estilo guerrilha. O #900 apresentou uma capacidade reflexa 10/10 e uma agilidade nível S, já que não fora atingido por nenhuma armadilha (Critério Subjetivo do Classificante). A cada encontro, um embate. Relata o Sr. Lightaxe ter sido atingido por uma técnica nomeada Destruidor de Almas e que, no golpe, não percebeu a formação de ferimento, embora tivesse sentido, por segundos, as vísceras dilacerando-se e como se tivesse sido atingido por uma barra de ferro. A Drª Sohho, sob proteção do Sobrepeliz do Ilusionista cedido por Long Hi Ming relata o uso direto e explícito de magia para gerar o golpe, um ataque à distância "jogando a energia vital do atacante contra a energia vital do alvo". As técnicas furtivas, segundo Long Hi Ming, eram do mesmo nível dos Mercenários comuns, porém sua letalidade era maior. Também foi utilizada uma técnica nomeada Impacto Meteoro, na qual foi usada magia para gerar uma onde de choque circular que provocou hemorragia interna em mesentério em Long Hi Ming e concussão em Seimour Lightaxe. Para conter o #900, a Drª. Sohho foi obrigada a usar a magia Rajada Congelante e chamar de imediato o Sacerdote Thorwill para socorro de Seimour e de Long Hi Ming. Os dados obtidos no relatório serão prontamente copiados e a segunda via encaminhada ao setor de enegenharia da Corporação Rekenber. Assim que o efeito do congelamento cessou, o #900 foi sedado novamente com um trauma mecânico em região cervical.

Dia 2:

O #900 foi preso à mesa de contenção tipo 7, com algemas de aço de 10cm de espessura a fim de analisarmos uma possível dose de narcóticos, sedativos e/ou anestésicos que poderão ser utilizados para poupar o uso de traumas mecânicos e poções amarelas para poupar o #900. Para início, foi-se testado Irotebiol em dosagem crescente, sendo que a dose mínima para surtir efeito coincidiu com o nível mais tóxico ao ser humano: 5 g/mL, 100mL. Após essa intoxicação, o #900 apresentou vômitos em jato, indicativo de lesão do sistema nervoso central, um quadro curiosamente pequeno perto da intoxicação por Irotebiol. Após o episódio de vômitos, que durou 2 minutos, o #900 apresentou-se inconsciente e foi relocado à mesa com os preparados de Hipnotron. Deu-se um intervalo de 2 horas, crendo-se na resistência de #900 à droga e começou-se o procedimento, com #900 já desperto. A quantidade novamente chegou ao pico de toxicidade (Um macerado de 10 glóbulos de 5mm de raio diluído em 1L de água), apresentando, como sintoma, epistaxe intensa, formação de petéquias pelo corpo e sangramento gengival e perdeu a consciência novamente. Foi tirada uma amostra de sangue e a análise revelou trombocitopenia e hipergamaglobulinemia. Após isso, foi movido para a mesa com preparado de Seficiol. Deu-se novamente 2 horas de intervalo e o procedimento continuou. Como esperado, o #900 estava acordado e a dose de Seficiol precisou chegar a níveis extremamente tóxicos (10 Ampolas de Seficiol 50%), apresentando parada cárdio-respiratória 5 minutos depois de atingida a toxicidade. Colocou-se a mesa paralela ao chão e iniciou-se as manobras de ressucitação, com a injeção de um antagonista competitivo do Seficiol. Após o reestabelecimento do #900, foi-lhe aplicado Irotebiol 5 g/mL, 100mL e, após os vômitos, rapidamente foi-lhe colocada uma sonda nasogástrica feita de silicone e uma sonda vesical a fim de retirar o excesso de líquidos inseridos no #900. Sua relocação para a outra mesa, contendo Muscarina. ASCR, foi aplicado Muscarina pela sonda nasogástrica em dosagem crescente, mas mesmo Muscarina 100% não fazia efeito algum sobre o organismo do #900. O mesmo se repetiu em ambas as mesas contendo substâncias aplicadas diretamente no trato gastrointestinal do #900. Para sedar o #900, tentou-se Halotano, mas sem sucesso, e evitou-se repetir o Irotebiol devido às lesões que poderia causar no SNC desse paciente

Dia 3:

Devido à completa imunidade a substâncias nocivas absorvidos pelo TGI do #900, decidiu-se fazer uma lobectomia hepática para estudar sua composição química, já que toda a circulação do estômago até o ânus desemboca na veia porta e é obrigada a passar pelo fígado. Para obtenção do lobo esquerdo do fígado do #900, foi feita uma laparotomia em hipocôndrio direito e removido completamente o lobo esquerdo, enviado para a Drª. Sara Kishikin e sua equipe efetuar a análise. Infelizmente a laparotomia teve de ser feita sem anestesia, dada a irresponsividade do #900 a doses que não interfeririam na cirurgia de modo ativo. A análise apresentou um nível enzimático cerca de 100x maior que de uma pessoa normal cujo fígado foi muito bem estimulado por álcool etílico.

Dia 4:

Entre as substâncias tóxicas encontradas com o #900, uma chamou a atenção. Ao ser administrada em uma cobaia humana via oral, a morte se seguiu rapidamente por parada respiratória e opistótono. Uma análise da composição química feita em ratos de laboratório revelou que aquilo era um análogo de Acetilcolina com altíssima afinidade com a musculatura estriada esquelético, provocando hiperexcitabilidade da musculatura afetada ao agir na placa motora. Foi batizada de Algozinina. Para veicular a substância, é utilizado uma substância cáustica de pH 1,0 desconhecida que afeta tanto a substâncias orgânicas como inorgânicas, batizada de Algozóico. Aúnica excessão ao Algozóico foi um tipo de vidro tratado com mercúrio, onde era armazenada o Veneno Mortal e óleo comum de cozinha. Foi tentada uma diluição, mas era verificado que a concentração de Algozóico era restrita, pois uma variação provocava desativação da Algozinina. O contato com o ar atmosférico também provou-se um inativador da Algozinina, motivo pelo qual o Veneno Mortal era armazenado com uma rolha de óleo de cozinha em seu gargalo. A administração via oral no #900 provou que o Algozóico causava lesões ulcerativas pelo TGI, mas a Algozinina mostrou um efeito curioso. A resposta vista na análise de combate mostrou que, ao passar por um fígado devidamente preparado, a Algozinina era metabolizada e atingia uma concentração ótima para o organismo, melhorando a resposta muscular em quase 50%. O hemograma mostrou hipergamaglobulinemia e Algozinina ativada, mostrando que o Oxigênio não é o elemento que desativa a Algozinina.

Conclusões:

A imunidade a toxinas que não são obtidas via oral é mediada por gamaglobulinas, enquanto as enzimas hepáticas são as responsáveis pela via oral. Ainda é discutível se não há resposta mista, já que a Algozinina não apresentou a formação de imunocomplexos. A compreensão do Veneno Mortal foi concluída com sucesso, faltando apenas localizar por onde se pode isolar.



Anexo 1:

Autor: ----------- (Passaram um pincel preto no nome do autor)

-Item 1: A cobaia #900 é responsabilidade completa do Dr. Shag Linthol. Qualquer experiência ou procedimento deve ser feito sob permissão e fiscalização do Dr. Linthol.
-Item 2: A cobaia #900 será utilizada para fornecer material bruto para destilação e obtenção de antídotos diversos. Para tal, deve apresentar nutrição parenteral completa e completa imobilização na mesa, não sendo permitido mover nem a cabeça.



Anexo 2:

Autor: -------------

-Item único: Todas as atividades do segundo e terceiro piso do Laboratório de Somatologia devem ser interrompidas imediatamente dado o constante ataque de fantasmas no local. Qualquer cobaia deve ser abandonada e qualquer experimento interrompido.





Pesquisador Chefe: Dr. Shag Linthol
Pesquisadores Adjuntos: Drª Sophia Asagao, Drª Nayru Sohho

Relatório de experiência número 002-032

Cobaia: #791, Kathryne Keyron; #256, Margaretha Sorin

Objetivo: Estudos comparativos sobre Magia Divina e Magia Arcana. Avaliação da origem de ambas as magias.

Preparativos:

Os usuários de magia são notórios por fazerem coisas que desafiam as leis naturais do mundo, como conjurar meteoros sem destruir cidades inteiras, criar verdadeiras muralhas em segundos apenas com gelo, curar ferimentos letais e até trazer os mortos de volta à vida. Para o avanço do Projeto Guardiões e a hipótese de fazer golens capazes de efetuar magia, será feito esse estudo. Notórios estudiosos foram selecionados para avaliar a possível origem da magia. Kathryne Keyron, Professora de Dragonologia da Universidade Federal de Juno foi uma das sele pois é uma das arcanas mais competentes da República. Para tal, foi obtida permissão com o -----------(Pincel Preto). A outra selecionada foi Margaretha Sorin, uma das Sumo-Sacerdotisas do Templo de Honir, famosa por desenvolver a técnica Martírio para uso dos Sacerdotes. Para os seguintes estudos, foram separados diversos Tubos Hídricos de Estudos, foi separado, à partir de cobaias humanas diversas para estudos que haviam sido cancelados, sangue suficiente para avaliar as teses do Dr. Linthol e da Drª Sohho, a tese da origem sanguínea da magia, conhecida como Taumaturgia. A sala de dissecção, no terceiro piso, foi separada para a tese da Drª Asagao de que os usuários de magia, incluindo ela própria, possuiam fragmentos pequenos do Coração de Ymir. A Sala Hídrica e o laboratório de estudos hematológicos foram reservados como manda o protocolo 31, artigo 3º, parágrafo 8 do protocolo de experiências usando sangue. Para obtenção das cobaias, foram convidadas como pesquisadoras adjuntas do Laboratório de Somatologia as senhoritas Margaretha Sorin, e Kathryne Keyron para um estudo para analisar a origem da magia. A cada uma foi enviado um contrato e o endereço do local. À srta. Keyron foi dito que ela deveria usar sua magia Nevasca na Sumo Sacerdotisa, pois o estudo seria sobre magia divina e precisariam de uma cobaia viva. Na reunião principal sobre a pesquisa, a srta. Keyron, com sorte, conseguiu congelar a srta. Sorin durante a Nevasca, enquanto os pesquisadores Dr. Linthol, Drª Sohho e Drª Asagao estavam com Casacos Anti-Congelantes. Após o fim da Nevasca, o acessor do Dr. Linthol, Long Hi Ming, acertou uma Rajada de Flechas na srta. Keyron, usando Irotebiol a 2,5 g/mL. Após a perda de consciência, ambas foram rapidamente levadas até as celas de contenção de espécimes, mantendo-as longe de seus cetros e constantemente amordaçadas e acorrentadas.

Dia 1:

Para os preparativos do primeiro dia, foi escolhido a avaliação da veracidade da Taumaturgia. Ambas foram levadas a sala onde os tubos estavam e, usando trauma mecânico em região cervical posterior na #256 e Irotebiol a 0,05 g/mL na #791. Após procedimento de entubação, foram feitas escarificações de modo que a pele pudesse se tornar extremamente fina a ponto de passar o "princípio ativo" da magia para o meio externo. Foram feitas em membros superiores (braço, medialmente) e membros inferiores (coxa, anteriormente e posteriormente). Após o enchimento dos Tubos Hídricos com sangue, as cobaias foram despidas pelas Drªs Asagao e Sohho, dado o pudor do Dr. Linthol e imersas em tubos adjacentes. Após 2, 4, 6, 8 e 10 horas foram tiradas amostras de sangue e injetadas intramuscularmente em ratos e em voluntários conseguidos na Favela que assinaram um voto de silêncio sobre o ocorrido. As amostras de 8 horas foram guardadas criogenicamente para uso no dia posterior e as de 10h para exames hematológicos, que serão efetuados no dia 3 da pesquisa. Após a injeção de sangue, nenhum foi capaz de efetuar magia e foram prontamente eliminados por Long Hi Ming com flechadas na fronte. As cobaias despertaram, mas devido à entubação, estavam incapacitadas de efetuar magia. Após a retirada, foi-se utilizado os mesmos procedimentos de sedação e contenção.

Dia 2:

Para o dia 2, as cobaias foram convencidas a colaborar com a oferta de liberdade e reparação dos ferimentos causados no corpo e na mente delas devido aos procedimentos. O sangue de 10h da #791 foi injetado invtravenosamente na #256. Após alguns minutos, a #256 apresentou quadro de dispnéia severa, síncope e púrpura trombocitopência. Com o auxílio da #791, conseguimos salvar a vida da #256. Foi retirada uma amostra de sangue e enviada de emergência ao Dr. Linthol, que estava no laboratório de estudos hematológicos. Foi constatada a ausência de fatores de coagulação I, II, VII e VIII e, devido à clínica apresentada, foi-se diagnosticado Coagulação Intra-Vascular Disseminada. Após estudos com outras amostras de sangue, foi-se descoberto um esquema de rejeição sanguínea em alguns casos, sendo classificados em A, B, AB e 0(zero). Foi feita busca ativa na Favela por espécimes compatíveis com o sangue da #791 e foi trazido apenas um. A #791 era tolerante à amostra de sangue da #256 e não foi capaz de efetuar magia arcana após a injeção intravenosa. O espécime da Favela também não conseguiu, sendo prontamente eliminado por Long Hi Ming. Não foi constatada nenhuma alteração bioquímica nas amostras de 8h.

Dia 3:

No dia de hoje, será avaliado a necessidade de componente verbal para efetuar a magia. Após sedadas e anestesiadas (Adendo: Favor enviar verba extra pois foram as últimas ampolas de sedativos e de anestésicos) de acordo com o procedimento anterior, dada a resistência sobrenatural de #791 aos sedativos, mimetizando inclusive a resistência do #900, foi efetuado um corte longitudinal começando ao nível do ângulo mandibular, se extendendo até o Manúbrio Esternal e, após dissecção e apresentação das cordas vocais, foi feito a extração delas. O local foi cauterizado para que o preparado de Poção Branca 2 L/min não regenerassse as cordas vocais. Após o despertar, não era possível efetuar magia, comprovando que o nome Silêncio para a situação na qual não se pode usar habilidades se faz adequado e preciso. Infelizmente o procedimento do Dr. Linthol inviabilizou a recuperação das cordas vocais de ambas, fato que foi omitdo das cobaias para evitar stress psicológico. As cordas vocais foram analisadas, negando a presença de fragmentos do Coração de Ymir.

Dia 4:

No dia 4, as cobaias foram levadas até uma Mesa de Contenção tipo 3, com algemas de aço de 4 cm de espessura, foi separada também algumas bolsas de tipo AB e tipo 0 de sangue, os tipos sanguíneos de, respectivamente, #791 e #256. Foi reservado à Drª Asagao o direito de testar a própria tese. Devido à falta de sedativos e anestésicos, o procedimento teve de ser feito à frio. As cobaias não suportaram a dor da dissecção e perdendo e recuperando a consciência durante o procedimento. Não foi encontrado nenhum fragmento abaixo do pescoço e, para avaliar a caixa craniana, as cobaias foram sacrificadas na mesa de operação sendo decaptadas. Não foi encontrado nenhum fragmento do Coração de Ymir no encéfalo. Os corpos foram descartados de acordo com o protocolo: no depósito de materiais descartados.

Conclusão:

A origem da magia permanece um mistério, mas sabe-se que o Componente verbal e o componente gestual são essenciais mesmo aos maiores estudiosos de magia. A Taumaturgia e a teoria do Coração de Ymir deverão ser descartadas e procuradas novas teorias. Deverá ser abortada a criação de Guardiões Magos, mantendo-se apenas o padrão Cavaleiro, Soldado e Arqueiro no presente momento.

OFF

[/b]Margaretha Sorin[/b]

Margaretha é uma milagreira autêncica. Mesmo após perder a mãe pra uma doença, ela não perdeu a fé em seu Deus. Ela cresceu com Eremes Guile, aquele que futuramente integraria a lenda dos Seis Grandes durante a Guerra da Unificação. Ela foi evoluindo em suas habilidades como Sacerdotisa até que ela se tornou conhecida como "A Santa de Lighthalzen" (ela cresceu nessa região). Porém, sua vida mudou completamente após a Guerra da Unificação. Bastou que Shag Linthol a induzisse a uma armadilha e começasse a brincar com o corpo dela. Ele conseguiu quebrar corpo e alma de Sorin.

Sorin foi recussitada por Balthazar, mas era inútil, afinal, voltou sem fé ou mesmo vontade de viver. Era como se ela fosse um boneco de pano, e passou a ser cuidada por Eremes Guile. Foi assim por quase um ano. Quando deu de frente com Cal no esconderijo de Eremes, o Cavaleiro a motivou, inventando uma história para tentar levantar o espírito dela. Margaretha só ligou no 220V mais tarde, no confronto com Balthazar, quando Cal entrou em frenesi ao perceber que Balthazar quase havia matado Irma. Foi justamente o despertar de Sorin que fez com que o plano de Balthazar de usar as almas dos Seis Grandes para obter poder desandasse. Agora, ela vive com Eremes, com quem parece estar namorando.

Kathryne Keyron

Keyron era o prodígio supremo dentre os magos. Aprendia magia desde a infância, e logo foi adquirindo capacidades mágicas que assustavam até mesmo a Guilda dos Bruxos. Keyron ensinou vários magos pelo caminho, entre eles Sophia Asagao, ex-mulher de Kerd. Na Guerra da Unificação ela mostrou sua verdadeira capacidade mágica, sendo inclusive ela mesma a primeira em séculos a usar a "Magia Banida", Tetra Vortex, mesmo sendo apenas Arquimaga. E foi justamente isso que despertou o interesse de Linthol. Sophia, que trabalhava na Rekenber na época, não apenas assistiu como auxiliou Linthol na experiência. Isso acarretou em sérios traumas a ela, e à incapacidade de Keyron de perdoá-la.

Na ressureição providenciada por Balthazar, Keyron chegou a atacar o necromante. O caso de Seyren não era nada perto do de Keyron: enquanto Kerd apenas havia levado a culpa, Sophia havia DE FATO FEITO AQUILO. Foi isso que a engrenou numa caça sem freios pela própria aluna. Keyron aperfeiçoou seus dotes mágicos e evoluiu a um posto muito superior ao dos Arquimagos, se tornando Mestra Arcana apenas para se vingar. E Sophia, depois dos eventos com Seyren, ficou apavorada com a ideia de que Keyron estivesse viva de novo. Ela entrou em choque, dias antes que Keyron aparecesse em Izlude, pronta para colocar a cidade abaixo. Isso só não acabou mal porque Cal apareceu com o pessoal dele para interceptar a agora Warlock Kathryne Keyron. Junto à equipe de Cal, a VII também mandou reforços, entre eles Siegfried, um Lorde que ajudou Cal a lidar com o caso. Keyron foi parada à força, e Eremes apareceu para levá-la a um lugar mais calmo. Sophia ficou a salvo, e Keyron foi freada na sua busca por vingança. Por enquanto.





Drª. Winter Hollow

Relatório de experiência número 005-049

Cobaia: #089, Cecil Damon

Objetivo: Descobrir os limites dos sentidos.

Preparativos:

Para obter a cobaia que foi utilizada, foi utilizado o seguinte artifício: Sabendo que Cecil Damon era uma famosa caçadora de recompensas que muitas vezes agiu ilegalmente, colocamos um anúncio em nome do Dr. Shag Linthol, o membro de maior poder monetário no grupo e famoso empreiteiro, anunciando a vontade de contratar os serviços da #089 para fins de caça, oferecendo uma quantia monetária razoável em troca dos serviços. O serviço apresentado a ela assim que ela chegou foi caçar a família do desertor Seyren Windsor. Assim que ela trouxe o prometido, Long Hi Ming, assistente do Dr. Linthol, a alvejou com uma seta embebida em Irotebiol 0,05g/mL, concentração suficiente para adormecer a caçadora para fins de que ela não revele os serviços dela para outras pessoas. Assim, para não descartá-la, resolvemos a usar em nosso experimento, dado que ela é famosa por seus sentidos muito aguçados. Foi separado o laboratório de procedimentos cirúrgicos, uma cela e chamado a Profª Cinthya Almendar, Bruxa e integrante do corpo docente da Academia de Bruxos de Geffen para criar algumas situações que testariam os sentidos de #089 e o Profº Godfrey Handark, Criador e especialista em manter órgãos isolados em perfeito estado. O falcão ficou separado, em gaiola especial, dada a potência das garras dele.

Dia 1:

A cobaia foi devidamente sedada para que pudéssemos exercer a extração do olho esquerdo dela para estudos anátomo-fisiológicos. Novamente usamos Irotebiol 0,05g/mL para sedá-la. Para evitar qualquer grande choque e que a cobaia desperte durante o procedimento, sob risco de danificar a peça, usamos como anestesia gás Halotano. Infelizmente tivemos que interromper o processo, pois a temperatura da cobaia começou a subir rápidamente para 45ºC. Congelamos a cobaia com o auxílio da Profª Almendar e sua Rajada Congelante. Infelizmente os experimentos do primeiro dia deverão ser adiados até que um novo lote de Seficiol, anestésio endovenoso, chegasse, dado o esgotamento desse material no estoque. Esperaremos um semana mantendo-a isolada no Armazém de Cobaias. Uma pena ela ter demonstrado que sofre de Hipertermia Maligna diante da exposição ao Halotano.

Dia 2:

Enfim chega o carregamento tão esperado de Seficiol. Ao retirarmos a cobaia, notamos que estava deprimida. Parece que a ausência de seu falcão deixa-a abalada. Após injetar o Seficiol 1g/L, começamos os procedimentos de extração do olho esquerdo. Para tal, foi limpado com Tintura de Iodo para evitar infecções e começamos removendo a pálpebra superior com o uso de um bisturi tamanho 1-1, o menor de todos. A pálpebra inferior foi seccionada e rebatida logo em seguida, de modo que os músculos que movem o olho ficassem expostos. Após uma análise rápida desses músculos, notou-se certo desenvolvimento neles, permitindo que a cobaia virasse os olhos rapidamente e que ela mantivesse-os bem fixos. Após seccionar os músculos da órbita na seguinte ordem: Reto Lateral, Reto Superior, Oblíquo Superior, Reto Medial, Reto Inferior e Oblíquo inferior, pudemos puxa-lo um pouco mais para conseguir seccionar o nervo óptico, que não apresenta nenhuma alteração anatômica. Após posicionarmos o olho num frasco com Fluornonano, a cobaia despertou. Ainda bem que a algemamos, pois o tranquilizante e o anestésico perdiam seus efeitos. Os berros da cobaia inviabilizaram o procedimento do estudo, pois, segundo o Profº Handark, ele precisaria de silêncio para poder começar os estudos anátomo-fisiológicos dessa peça. Uma nova dose de Irotebiol, 0,05g/mL e outra ampola de Seficiol 1g/L permitiram que fizéssemos as suturas necessárias. Para a recuperação do olho da #089, a mantivemos em animação suspensa usando 3 ampolas de Nortivoid 400mL endovenoso. Após a chegada do Dr. Linthol, chamado de sua casa, ele administrou Irotebiol 0,30mg/L e um preparado de Poção Laranja 1L/min endovenoso.

Dia 3:

Para o experimento de hoje, tivemos de forçar a cobaia a cooperar através de um acordo: Se ela cooperasse, teria o direito de ficar com seu falcão. Hoje, antes dos estudos do Profº Handark, resolvemos testar os limiares olfativos dela. Para tal, separamos um preparado odorífero. A cada tubo de ensaio, a concentração aumentava 10 vezes. No primeiro tubo, contendo apenas água, nada sentiu. Seu olfato foi testado até o limite, quando o extrato atingiu a concentração máxima. A cobaia relatou sentir o nariz queimando por dentro e relatou não sentir mais nenhum cheiro. Após tentar agredir a mim, a Profª Almendar a congelou com uma Rajada Congelante.

Os estudos anátomo-fisiológicos revelaram que o cristalino da #089 era altamente flexível. Podia focalizar imagens na parede com precisão até 50cm dela. Um feito reamente impressionante. Os músculos papilares eram mais desenvolvidos e a retina possuía uma Mácula Lútea alterada. A pupila possuia imensa variedade de tamanho, permitindo visão onde um ser humano comum não visse. O outro olho será testado amanhã, no teste de luminosidade crescente.

Dia 4:

Após ameaçada de ter seu falcão assassinado e viver em penúria pelo resto dos dias, a #089 aceitou colaborar. A mantivemos na cela e a Profª Almendar apagou todas as luzes no aposento. A cobaia relatou não ver nada. Após a Profª Almendar aumentar a luz em 5 Luminons(Lu) a cobaia relatou ver alguma coisa. O ser humano comum consegue ver à partir de 15 Lu, o que mostra uma capacidade aprimorada da retina e da pupila da #089. A Profª Almendar subiu a luz lentamente. Após chegar em 70 Lu, ela pediu que todos deixassem o aposento, exceto ela, que era imune à própria magia, e a cobaia. Segundo relato da Profª Almendar, a visão da cobaia aguentou até 132 Lu, sendo que o ser humano normal suporta 100 Lu. Percebemos que a vítima ficou cega pois não respondia mais a estímulos visuais. Sua córnea se opacificou e ela não podia mais ver nada.

Dia 5:

Hoje testaremos os limites da audição da #089. Para tal, inserimos, sem que ela acordasse, cera para que o ouvido direito fosse preservado e separamos o falcão dela e a Profª Almendar escutou atentamente os guinchos do animal sendo estraçalhado por uma máquina a vapor que move as engrenagens do trem de Lighthalzen. Uma pena sacrificar um espécime tão belo. A cobaia parecia irascível quando retornamos. Eu a avisei que ela devia se apressar, pois eu mataria o falcão dela se ela não colaborasse. A devoção dela para com o falcão beirava a obcessão. Deixamos o aposento até que ouvimos um barulho ensurdecedor. Quando entramos, vimos Cecil jogada ao chão, murmurando coisas sem sentido. A Profª Almendar alegou que não valeria de nada o estudo, pois a percepção de mundo dela estava totalmente alterada e ela estava insana. Para sacrificar a cobaia, congelamos o corpo e efetuamos a degola, pois retiraríamos o Trato Auditivo dela. Não havia nenhuma alteração, indicando que o mecanismo que tornava a audição dela aguçada era puramente nervoso. Os restos da cobaia foram despejados no depósito de materiais e a experiência foi encerrada.

Conclusão:

O olho humano, quando treinado, pode suportar luminosidade intensa e formar imagem a baixa luminosidade. Quanto à audição, há controvérsias, mas ao que tudo indica, o treino torna os nervos mais sensíveis.

OFF

Cecil era a melhor de uma geração inteira de arqueiros. Ela até hoje é capaz de acertar qualquer coisa, a quilômetros de distância, sem sequer olhar pra ela. Cecil prezava sua ave acima de qualquer outro ser neste planeta. Matar a ave dela foi como matar a alma dela.

Não tive muita ideia com Cecil ainda. Sabe-se que ela permaneceu cega ao reviver, e que alguma coisa gigante e flutuante a acompanha. Muitos alegam ser o espírito do imenso falcão dela, que morreu nos experimentos. E ela agora aparenta ter conhecimento de runas (não como as dos RKs, por favor), além de, claro, ter se tornado uma Rastreadora.
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MensagemAssunto: Re: História do laboratório de Somatologia (Biolab)   Qua Fev 15, 2012 10:24 pm

Simplesmente extremamente ph***, li cada palavra imaginando as cenas, algumas das torturas cheguei a me imagianar sofrendo-as, se minha história tiver metade desse nvl eu já vou estar feliz pra caramba.

PS.: fiz um desenho do sentinela, vou pintar no photoshop e depois coloco no topo da primeira história.
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