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 Fanfic - Vozes do passado

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Tibeto
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MensagemAssunto: Fanfic - Vozes do passado   Dom Set 25, 2011 5:09 pm

Aí, venho aqui postar o primeiro capitulo de uma fanfic que estou bolando...ele vai ter a participação da maioria dos nossos membros. Pretendo ir postando capitulos de 15 em 15 dias. Essa é uma fic OFICIAL na cronologia Valor, e ela é dependente da minha biografia para entender. Porem, se você acompanhar ela inteira também entenderá tutô!!



Bem, pra quem ainda não conhece as fichas do personagem estou postando também um resumo para que fique mais fácil o entendimento do texto.

Ebitto Rock
Ebitto é um renegado de meia idade, quando adolescente abandonou sua familia para seguir sua vida livre de obrigações. Durante esse tempo entrou para a gangue Fênix, liderada por PH. A gangue foi emboscada dentro dos muros da capital, a maioria dos membros foram presos, com exceção de Isis e Ebitto. Depois disso, os dois jamais se viram novamente.
Recentemente os membros da antiga fênix foram assassinados um a um, Ebitto procura pistas dos assassinos, tentando mascarar os problemas que acontece do resto de seu clã, Valor.

Miya Ogawa
Esposa de Ebitto, Miya é uma arcebispa dedicada ao marido e ao clã. Integrante do núcleo Valor, ela esconde junto ao marido diversos problemas que vêm acontecendo recentemente.

Thanabog Landon
Um velho arcano, misterioso, também faz parte do núcleo Valor. Possui diversas habilidades e magias poderosas, alem de ser cauteloso e observador sobre tudo que o cerca. Thanabog tira os tempos de folga para ficar paquerando sacerdotisas na porta da catedral de Prontera.

Lucios
Lucios, também conhecido como Kaipira, é um bioquímico integrante do núcleo Valor. Sempre anda escondendo seu rosto, que possui enormes marcas de queimaduras. Não gosta de conversar sobre seu passado julgando ser o melhor para o grupo.


Fênix(Phoenix)
A chamada fênix foi uma gangue extinta a 8 anos. Ela iniciou os trabalhos com o conhecido PH, que recrutou Ebitto e outros arruaceiros. A gague fazia todos os tipos de trabalhos em busca de riquezas cada vez maiores. Ph nunca entrava em detalhes sobre as missões com os demais membros. A ultima missão foi dentro da capital, o grupo não desconfiou que era uma emboscada, e quase todos foram presos. Todos os membros possuem também uma tatuagem tribal em forma de fênix, que os identificava.





CONTO – VOZES DO PASSADO

PROLOGO
O casal sorria exageradamente em frente sua presa. A sala estava escura e o clima era estranho, principalmente para os que não estavam habituados ao local. A mulher olhou para o homem enquanto ele a olhava hipnotizado.
- Agora vamos à fase dois, baby. – disse ela enquanto via o desejo nos olhos do homem.
- Tem certeza que vai dar certo? – perguntou ele, meio desconfiado.
- Deixe que eu cuide do resto. – ela saiu do pequeno quarto e trancou a porta observando que ninguém ali a estava notando.
O homem que a acompanhava se virou novamente para o corpo caído no chão, os olhos cheios de raiva da presa provocavam o homem, mas ele hesitou em falar algo, deu dois passos e se deitou numa pequena cama não muito confortável. Ele então apagou a única fonte de luz presente no quarto, restando somente escuridão.



Capítulo I

A Pradaria de Audhumbla era um local conhecido dos aventureiros, o local era uma planície aberta que possuía diversas espécies de monstros, isso servia de prato cheio para aperfeiçoarem suas habilidades e conseguir aumentar suas riquezas. O local era também a entrada da conhecida caverna de gelo, onde aventureiros mediam suas forças com monstros de força mediana como Siromas e alguns mais fortes como os Titãs de gelo.

O fluxo de aventureiros passando no local era grande naquele dia, entretanto foi possível notar um pequeno grupo saindo da caverna, todos possuindo um acessório que continha a letra “V”. Esse acessório era comum aos membros do clã Valor, além de servir como identificador entre os membros, todos eles possuíam um microfone embutido que vinha acompanhado de um fone de comunicação, geralmente preso a orelha de cada integrante. A linha de comunicação do clã era fechada, e assim como os acessórios, não possuía registros de que tinha fabricado e nem como.

O renegado vinha caminhando um pouco a frente das duas mulheres, quando parou e virou-se para elas.

- Podem ir andando na frente. – disse ele.

As mulheres se olharam por um segundo, uma reação conjunta tomou parte da dupla, enquanto a feiticeira abaixou a cabeça e deu de ombros, a mulher, que aparentava ser mais madura, franziu o cenho e disse:

- Você muda, muda, e continua o mesmo né.

- Não vou demorar muito amor, apenas quero me divertir um pouco, e se vou me divertir, porque não lucrar me divertindo? – ele olhou para a mulher e sorriu.

A feiticeira então se despediu do renegado e se posicionou do lado da arcebispa, que a entregou uma asa de borboleta. As duas então amassaram as asas, e quase que simultaneamente, desapareceram no ar. O renegado após assistir a cena, ajeitou o quepe na cabeça e andou alguns metros, chegando a uma encosta onde alguns aventureiros permaneciam sentados. Viva a desigualdade social. – pensou o renegado enquanto sentou um pouco afastado do grupo.

- Quer treinar e ganhar experiência em pouco tempo? Venha conversar comigo! – gritou o renegado despertando a atenção do grupo que estava ao redor. Ele então se alongou um pouco e bocejou.

- Não “boto” fé que você consegue fazer isso! – exclamou um cavaleiro que saiu de perto do grupo. – Estou precisando de ajuda, mas tenho pouco tempo, então será que você é bom mesmo? – encerrou o cavaleiro com um tom de arrogância.

O renegado olhou o cavaleiro, e respondeu em um tom mais arrogante ainda.

- Sou tão bom quanto seu dinheiro pode pagar. O renegado virou-se um pouco a direita e notou a presença de alguns lobos do deserto aproximando-se dos dois, permaneceu sentado enquanto viu o desconforto nos olhos do cavaleiro, que engoliu seco.

- O problema desses lobos..- começou a falar o renegado, enquanto levantava. - ..é que eles gostam de se juntar. – quando acabou de falar, o cavaleiro estava com as pernas trêmulas. A matilha de lobos passou pelo renegado e foi de encontro ao cavaleiro.

- Chute aéreo. – disse o renegado saltando em cima do lobo que estava mais a frente, em seguida preparou uma armadilha pouco a frente dos pés do cavaleiro.

- Sai daí! – gritou o renegado, que na verdade queria ter dito outra coisa.
Segundos depois foi possível ver o renegado olhando com uma cara indignada para o cavaleiro. Mal acreditava ele no que tinha visto há alguns instantes.

- Qual seu preço, você tá contratado! – disse o cavaleiro, ainda com expressão assustada. – Aliás, qual seu nome?

- Meu nome é Ebitto, quanto ao preço, vamos lá..




Última edição por Tibeto em Qua Nov 30, 2011 7:47 am, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Qui Nov 03, 2011 11:36 am

Capitulo 2

Eram três horas da tarde e o sol castigava, não havia sombra lugar e a única coisa boa ali era o ar fresco que saia da caverna. Alguns aventureiros andavam sozinhos enquanto outros preferiam fazer grupos para treinar. Ebitto, um renegado de meia idade, passava correndo com matilhas enormes de Lobos, instalava algumas armadilhas incendiárias, altamente destrutivas, e continuava fazendo isso, enquanto o cavaleiro só olhava de longe. O renegado de cabelos negros não gostava muito da técnica, mas esse era o meio mais viável e prático de se treinar atualmente, e vendo que estava praticamente vendendo sua experiência em batalhas, era necessário utilizar a forma que gerasse maior resultado. Ele fez uma breve pausa e retirou do bolso um pequeno relógio, olhou as horas e virou-se para a direção em que o cavaleiro estava. Seus olhos arregaldos.

Agora eu quero ver! – pensou Ebitto enquanto analisava a situação.

Do meio do grupo que estava perto do cavaleiro, saiu um monstro em forma de urso, preto, com braços largos e uma velocidade de ataque incrível, além dele, foi possível ver uma figura tomando forma de uma espadachim, os olhos dela eram vermelhos e ela logo chamou mais cinco criaturas com formas humanas.

Alguns galhos secos tinham sido quebrados no local, e os monstros que saíram deles não eram fracos, o grupo de aventureiros agrupados na região eram nocauteados com facilidade pela espadachim. O urso, também conhecido como “Odio de Thanatos”, era uma personificação dos sentimentos de Thanatos, o cavaleiro lendário, corria atrás de um sentinela que tentava separar o monstro do resto das pessoas. Alguns aventureiros tentavam ajudar os caídos, mas a espadachim e seu grupo atacavam ferozmente.

O grupo de monstros começou a correr atrás de Ebitto, que tentou bloquear os ataques, apesar de sua alta esquiva o grupo era forte e a situação não era nada boa, mal ele destruía parte do grupo, a espadachim já os chamavam com força total de novo. Ebitto usou diversas vezes a habilidade Recuar, esta, que já o tinha salvo diversas vezes, desde a época de gatuno.

Ao analisar os ferimentos, Ebitto viu que a situação não era boa, diversos ataques do monstro tinham surtido efeito e seu braço esquerdo estava com um corte lateral profundo. Droga – pensou ele. Quando prestou atenção Ebitto percebeu um som em seu ouvido direito, era o comunicador do clã, ele devia estar recebendo uma chamada de algum membro. Ele então levou a mão ao aparelho e pressionou levemente para receber a chamada.


- Ebitto, você precisa vir antes qu... – uma voz rouca do outro lado da chamada.

- Ei Thana, não estou ouvindo. – respondeu o renegado.

Nada mais pode ser ouvido do outro lado da chamada. Só faltava essa! –resmungou para si mesmo. Ebitto estava atrás de uma das poucas arvores que tinham ali, olhou mais uma vez seu ferimento. Vamos lá né. Quando Ebitto olhou novamente para o lado onde estava a criatura ele arregalou os olhos. Não pode ser! – o renegado engoliu seco. Apesar de estar longe do local ele tinha certeza que estava vendo uma das sombras do seu passado. É ela...e...está viva?! –ele pensou mais uma vez consigo mesmo. Não..não deve ser verdade..não pode ser... -Ebitto levantou-se e foi caminhando para o lado do grupo que lutava contra a espadachim.

Quando Ebitto estava a menos de vinte metros do grupo ele sentiu o batimento de seu coração mais forte, e no momento seguinte, não estava mais na Pradaria. Ebitto ficou meio tonto, quando viu na sua frente a arcebispa de antes. Era Miya, sua noiva, que o olhou, suspirou, e em seguida bateu em sua cabeça com o cajado.

- Pagando bem que mal tem..hehehe...que mal tem né? – gritou ela furiosa com o marido.

O homem colocou a mão sobre o lugar da pancada e sorriu. – Eu te amo sabia?

A arcebispa, ainda furiosa lançou sobre o marido o Curatio, habilidade de sua classe que reestabelecia uma grande quantidade de energia vital a uma pessoa. O renegado, em seguida, sentiu o conforto ao abraçar a esposa.

- Por que me chamou aqui? Eu estava no meio... –antes que ele terminasse de falar ela interrompeu.

- Por que? Quando chegamos em AldeBaran, Lucios não estava guardando a base, aliás, ninguém estava lá pois Thanabog estava na caverna de Magma. A única coisa que tinha lá era isso! – a arcebispa entregou um pedaço de papel rasgado, que continha algumas palavras rabiscadas.

Ebitto pegou o pedaço de papel e leu a mensagem, especialmente endereçada a ele. “Lucios era seu amigo? Agora ele é nosso! Assinado Ph”.

- Como assim amor? Ph está morto há algum tempo já. – Ebitto disse sem entender direito a situação.

- Não sei muito sobre isso, você não quis que nos envolvêssemos nesse assunto lembra? Thanabog disse que um portal foi aberto em AldeBaran e emanava uma energia que não era de Midgard, então ele disse que eles devem ter levado Lucios para Ash Vaccum.
Ebitto, ainda sentindo uma enorme dor em seu braço direito, bateu sua mão na testa e mexeu em seu cabelo, suspirou fundo.

-Quanta informação. Vocês tentaram entrar em contato com ele?

- Você sabe que nossos comunicadores não funcionam bem quando faz chamadas de Ash Vaccum pra cá né? - ela tentou manter a calma.

- Ok então, vamos para Ash Vaccum.


Última edição por Tibeto em Qui Dez 01, 2011 11:17 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Qui Nov 03, 2011 11:36 am

CAPITULO 3

O arcano tomava liderança no grupo que havia chegado ao novo mundo. Seu nome era Thanabog Landon, e ele possuía grande conhecimento tanto da magia, quanto de outras informações sobre Midgard e o recém descoberto, Ash Vaccum. Sua ida ao novo mundo tinha sido sem previsão, a poucas horas atrás ele se encontrava na caverna de Magma, derrubando dezenas de monstros com suas magias, havia sido chamado pelo comunicador pela jovem feiticeira aos berros, que falava algo sobre Lucios, o bioquímico, que ele havia sido raptado. O velho de cabelos brancos se perdia em seus próprios pensamentos, ate perceber o rosto de Daniel a menos de um palmo do seu.

- Nossa, esse lugar é mágico, não é? Não é? Não é Thanabog?! – dizia o recém graduado Cavaleiro rúnico, com os olhos brilhando.

- É sim.

O velho respondia as questões de forma seca. Estava aguardando a chegada e Ebitto e Miya, as coisas no clã não estavam boas, um dos generais havia sido raptado sem explicações e ele estava ali, apresentando Ash Vaccum aos membros mais novos, guerreiros com bem menos experiência que ele em batalha. O que querem com Lucios, será que tem haver com seu passado? Thanabog novamente foi abordado, deixando seus pensamentos de lado.

- Sr Thanabog, vamos treinar aqui?

A pergunta foi feita pelo sicário de cabelos negros, chamado de Luiz. Assim como o cavaleiro, havia pouco tempo que tinha ingressado no clã, mas cumpria as tarefas designadas a ele de forma surpreendente.

- Hoje viemos por outros motivos, se quiserem dar uma volta pelo acampamento tudo bem, mas tomem cuidado, pois as criaturas desse lugar são diferentes das de Midgard. – respondeu o velho arcano.

Do brilhante portal que levava a Ash Vaccum, foi possível notar uma figura chegando. Ebitto ainda estava ofegante e suas roupas ainda estavam sujas pela batalha anterior na Pradaria. Ele se aproximou do resto do clã que estava próximo à entrada, do lado de jaulas que aprisionavam algumas criaturas do novo mundo. Muitos dos membros ali ainda estavam encantados com o lugar, ele chamou Luiz e Thanabog.
Thanabog ficou surpreso ao notar que Luiz havia sido chamado, pois este era um novato, não sabia nada sobre os assuntos do “núcleo Valor”.

- Luiz, preciso que faça algo por mim.

- Só falar sr Ebitto. –respondeu o jovem sicário.

Ebitto odiava ser chamado de senhor, mas precisava resolver coisas mais importantes, então deixou passar.

- Hmm, acho que esqueci de algo né. –disse o renegado, forçando um sorriso. Ele colocou a mão direita sobre a esquerda e se concentrou um pouco.

- Miya Ogawa, saudades de você. –disse em voz baixa, enquanto uma luz se abriu atrás dele, e poucos segundos depois, a arcebispa apareceu.

- Agora que estamos todos presentes, preste atenção Luiz, sei que você já esteve por aqui antes, quero que ajude o pessoal a conhecer o acampamento e o resto dos locais. Apresente-os ao comandante para que eles possam se ingressar de vez no “exercito” do novo mundo, para terem acesso a todos os locais.

- Tudo bem. Pode deixar comigo. – o sicário estava animado pela tarefa, afinal ele tinha um pouco mais de conhecimento que o resto dos membros que estavam ali.

Ebitto deixou o sicário sair de perto do grupo e chamar o resto do clã para um “passeio”. Ele parecia um guia de excursão apontando os lugares e falando sobre o que sabia.

- Thanabog, tem ideia do que pode significar isso? – perguntou o renegado.

- Não faço a mínima...Lucios sempre escondeu partes do passado, mas nunca disse nada sobre alguém procurar por ele. – velho respondeu.

- Você disse que a energia do portal não era de Midgard né. – indagou a arcebispa.

- Com certeza não era Miya!

- Você consegue rastrear algum portal que nos leve a Midgard? Provavelmente quem foi buscar Lucios usou isso também não é?

- Eu pensei o mesmo Miya, só tem um problema. – o velho fez uma pausa.

- E o que é? – Ebitto disse rapidamente.

- Existem diversas energias de portais que dão em Midgard daqui, se formos rastrear um podemos ficar dias aqui, além de que seu rastro fica mais difícil de identificar enquanto o tempo passa.

Ebitto colocou a mão direita na cabeça. – Hmm, vamos nos dividir!

- Isso está parecendo uma armadilha. – disse o velho arcano.

- Há! E você acha que eu não sei disso?! Mas é a única alternativa, além do mais, estamos todos aqui, a comunicação via rádio vai funcionar. Qualquer coisa vocês chamam.

- Tomem cuidado. – disse a arcebispa, enquanto os dois saíram, cada um em uma direção.




- Ele está aqui! – o rapaz sorriu enquanto fechava a porta do pequeno quarto. – O que vamos fazer com esse imprestável? – o rapaz olhou novamente para o bioquímico caído do lado da cama, imóvel, aparentemente havia dormido.

- Deixe ele aí, afinal, ele é só a isca. O prato principal está chegando. Vamos nos apressar. –disse a mulher com olhos provocantes ao parceiro.

- Deixa o bilhete aí, e vamos ao ponto de encontro. – completou ela.

- Tem certeza que ele vai nos procurar, mesmo já tendo resgatado o companheiro. – o renegado de cabelos azuis não demonstrou confiança à ruiva.

- Eu o conheço bem. Pode ter certeza que ele virá, e o melhor, desacompanhado, como sempre fez. – a ruiva saiu do canto escuro do quarto, enquanto pode notar um som vindo de fora do mesmo.

- Hey, alguém aí? Estou querendo informação. – a voz conhecida de Ebitto entrou pelos seus ouvidos e ela puxou o renegado de cabelos azuis para perto, entregando a ele uma pequena asa roxa, que, ao ser esmagada, os fez desaparecer em pleno ar.

- Aew, vou entrar! – Ebitto gritou enquanto forçou um pouco a maçaneta. Vendo que a porta estava trancada, o renegado olhou para os lados e tirou um pequeno pedaço de metal do bolso, mexendo na fechadura da porta.





Ebitto amassava o pedaço de papel com mais um recado deixado por Ph. Ele mal acreditava que seu antigo líder estava vivo, quanto mais que estaria convidando-o para uma luta direta.

Há muito tempo que eu não entro em brigas sem motivação...Ph...se você estiver mesmo vivo eu garanto que vai pagar por isso. – a raiva tomava conta de Ebitto enquanto o bioquímico começava a acordar.Segundos antes Ebitto já havia confirmado a boa forma de Lucios, mas estava intrigado sobre o motivo de um suposto morto ter raptado um membro de seu clã e o convocado para uma luta direta. Isso não faz o menor sentido. – Ebitto pensou pouco antes de sair do quarto, pular a escadaria, e sair da principal construção feita no acampamento, o centro de operações, local onde ficava Hibba Agip, comandante da aliança entre os três reinos.

Após cruzar a porta da construção Ebitto se escondeu utilizando a habilidade espreitar e só os mais atenciosos puderam notar algumas pegadas aparecerem na ponte que ligava o acampamento às montanhas geladas de Manuk.




Última edição por Tibeto em Dom Nov 13, 2011 10:28 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Qui Nov 03, 2011 11:36 am

CAPITULO FINAL

O clima era gelado naquela região montanhosa. Os monstros do local eram agressivos e alguns se pareciam muito com os do velho mundo. No alto de uma das montanhas um renegado de cabelos azuis olhava atentamente a sua volta, aguardando a chegada de Ebitto.




Longe dali, o bioquímico, Lucios, ainda meio tonto, se encontrava na presença de Thanabog e Miya. Os dois perguntavam curiosos o que tinha acontecido, pois o bioquímico não seria derrotado tão facilmente em outras ocasiões. Quando Lucios foi pronunciar as palavras à dupla, Thanabog fez um sinal para Miya, que rapidamente silenciou Lucios utilizando a habilidade Lex Divina. Thanabog se virou e em uma sequencia rápida, utilizou a habilidade “Chama reveladora” descobrindo o intruso na sala, Miya e Lucios arregalaram os olhos quando viram claramente a silhueta do sicário.

- O que diabos faz aqui, rapaz? - A voz rouca entoou serio.

- E..e..eu..eu sus..suspeitei d..de algo.. – o sicário mal conseguia falar tamanho medo misturado ao constrangimento de ter sido descoberto.

- Você me subestimou, agora vai morrer! O velho segurou o bastão da destruição, um cajado que aumentava os poderes mágicos, apontou na direção do sicário.

O sicário tentou sair desesperadamente do quarto, ele percebeu que o efeito da habilidade “Chama reveladora” havia passado e pensou em se esconder, mas antes que realizasse a ação, foi silenciado pela habilidade da arcebispa, que agora o olhava com feição de desgosto e arrependimento.

- Bem Luiz, você foi útil pra nós, mesmo que tenha sido por pouco tempo. – A arcebispa fechou os olhos e se pôs frente à porta.

Lucios, o bioquímico, se levantou e sacou alguns frascos de “Fogo Grego” e “Ácido”, olhou descrente para o sicário a sua frente, mirando-o, não fez questão de dizer nenhuma palavra. O sicário arregalou os olhos e tentou analisar possíveis opções, mas estava cercado por três dos maiores guerreiros do clã, o quarto era pequeno e não possuía janelas, não havia outra opção, seu fim estava chegando,de olhos fechados, numa medida extrema, ele suplicou:

- Por favor, não me matem! Eu só queria ajudar.

Risos ecoaram no quarto, o sicário abriu os olhos e viu o trio se entreolhando.

- Não é possível que você achou que iriamos te matar. – Disse a arcebispa.

Luiz tentou forçar um sorriso, mas quando olhou para o arcano, logo desistiu.

- Não pense que está tudo bem, resolveremos isso depois. Agora temos que avisar a Ebitto que encontramos o Lucios. – O velho encerrou a frase passando do lado do sicário sem ao menos olhar para ele, enquanto os demais o seguiram, Lucios bateu em seus ombros e falou baixo.

- Agora você vem com a gente.




O homem de meia idade, barba mal feita e cabelos médios subia a montanha ignorando os poucos monstros do local, o sorriso cínico que costumava carregar foi substituído por uma expressão séria, e ele já estava chegando ao local descrito no bilhete. Quando chegou ao alto, viu um outro homem, de estatura média e cabelos azuis, saltar de trás de uma arvore.

- Então você, Ebitto Rock, decidiu vir ao encontro não é? Olha só, e veio sozinho, deve ser muito idiota para cair numa armadilha dessas... – O renegado de cabelos azuis sorriu cheio de confiança, enquanto Ebitto manteve a expressão séria por mais alguns minutos.

-Tsc.. – Ebitto olhou para baixo com um ar de descrença. – Não acredito que perdi todo esse tempo por causa de um fedelho...

As palavras de Ebitto fizeram o renegado perder o sorriso, ele realmente era bem mais novo que Ebitto e sabia disso, havia estudado o inimigo há alguns dias e sabia que ele tinha habilidades realmente boas em combate, afinal, não deveria ter começado a provoca-lo.

- Não sei como sabe de Ph, não me importo com quem você seja...afinal, Ph e os outros morreram, o que aconteceu no passado será deixado lá. As coisas mudam. –Ebitto terminou a frase e começou a dar as costas ao oponente.

- Eu matei Ph e os outros, e eu matarei você, todos da antiga “Phoenix” vão morrer.

Ao ouvir essas palavras, o sangue de Ebitto ferveu, mesmo no meio daquele local gelado, ele só estava esperando a confirmação de alguma informação para começar o ataque. Agora ele tinha o que buscava nos últimos meses, informações sobre os últimos acontecimentos.

Claro que Ph estava morto todo esse tempo. Não consigo entender o porque, após todos esses anos, alguém ainda se interessaria por isso. Quando jovem fazia os trabalhos puramente por busca de adrenalina e riquezas...será que Ph escondia algo muito sério da gente. – Ebitto despertou de seus pensamentos olhando o oponente nos olhos, a ultima vez que tinha olhado um oponente nos olhos tinha perdido a luta, logo ele se lembrou daquele dia, a 8 anos atrás, nas proximidades de Morroc. Aquele velho algoz, me ajudou tanto...não tinha como vencer aquele homem. Ebitto colocou a mão esquerda sobre o antebraço direito, e em um movimento, retirou a faixa que o cobria, assim como algumas adagas que carregava. O frio tomou conta do braço dele, revelando uma cicatriz que poucos haviam visto até hoje.

- Tá vendo isso aqui? Essa foi a borracha que usei para apagar os erros do passado. – O renegado entoou a frase com virilidade. – Acha que uma criança como você vai fazer algo? Eu que vou arrancar cada palavra que quero dessa sua boca seu idiota. – Ebitto sabia que mexer com o emocional do inimigo acabava o desconcentrando, em algumas ocasiões isso trazia até mais força ao oponente, mas era um risco que sempre costumava correr, neste momento, frente a fonte de informações que queria, nem ele conseguia esconder suas intenções.

- Você está me subestimando, não se esqueça que você já está ficando velho... – o renegado partiu para cima de Ebitto.

Ebitto não sentiu dificuldade em se esquivar dos ataques corpo a corpo. Muito lento. Ebitto sacou a primeira adaga. O barulho de laminas se chocando podia ser ouvido por quem estava no local. Nenhum monstro cercava a dupla de renegados que se enfrentava. Ebitto estudava o inimigo.

Como ele pode ter matado Ph com essa força? A indignação tomou conta de Ebitto, que ao se distrair, levou um golpe no braço esquerdo, perto do local onde havia se machucado mais cedo. Oh droga...

Alguns minutos se passaram e Ebitto ainda estava em meio aos seus pensamentos, o oponente que enfrentava não demonstrava tanta habilidade, não sabia como havia sofrido o ferimento por ele. Estava destinado a terminar com aquilo para obter as informações. Vamos nessa.

Ebitto pulou ofensivamente na direção do renegado, que percebeu a atitude do oponente, finalmente o líder do clã Valor iria enfrentá-lo. Numa sequencia rápida de golpes Ebitto foi fazendo o inimigo andar para trás, até que este bateu as costas numa árvore.

O renegado de cabelos azuis se viu encurralado e jogou-se no chão, rolando pela esquerda de Ebitto, tentando fugir.

- Sem essa... “Confinamento”!

Ebitto utilizou uma habilidade que prendia ele e o inimigo em posições próximas, essa habilidade era aprendida através de um segredo da guilda dos arruaceiros.

- Primeiro sua perna, pra que você não fuja mais. –Ebitto disse isso e mirou a adaga na perna do renegado, quando foi desferir o golpe foi interrompido. Uma adaga cortou o ar fazendo-o recuar. Ebitto suspeitava que alguém estivesse ali, pois as habilidades de seu oponente eram inferiores, alguém daquele nível não poderia ter matado Ph. Quando Ebitto olhou o segundo adversário, arregalou seus olhos e puxou o ar. Não pode ser.

Ali, a sua frente, a figura era uma conhecida de infância. A renegada, de estatura média-baixa, seios fartos, cabelo ruivo e olhar sensual era ninguém senão Isis Hitaki, sua antiga namorada e companheira de gangue.

- Hoje é o dia de sua morte, sem explicações. Vamos mata-lo Ken. – a renegada gritou e partiu para cima de Ebitto.

A dupla revezava entre ataques solos e conjuntos, agora sim Ebitto entendeu como havia sofrido o ferimento anterior, um segundo de distração havia sido o suficiente para que Isis o atacasse ocultamente. A luta era injusta e Ebitto estava se cansando rapidamente. Tinha que arranjar um jeito para não perder.

- Ela te seduziu né? – Ebitto direcionou a palavra ao renegado.

Ken, o renegado, fez uma pausa no mesmo instante.

- Cale essa boca, defunto não fala...

- Ela disse que ficaria com você? Um fracote assim? Assim que fizer o que ela quer ela vai te chutar. Ebitto disse armando um sorriso cínico. Ken jogou a adaga fora e sacou uma outra, embebida de veneno, o ódio o fez perder a concentração momentânea da luta.

- Não dê papo...ele sempre faz isso. – Isis disse ao parceiro.

- Vejo que você não se esqueceu de mim hein. –Ebitto disse e fechando a expressão, continuou. – Só não espere compaixão porque quando isso aqui terminar, eu terei o que quero.

- Não fale assim com ela! O homem de cabelos azuis fez um movimento rápido, cravando a adaga envenenada pouco a direita da barriga de Ebitto.
Quando viu o que fez, deu um salto para trás sorrindo.

Ebitto olhou a adaga cravada em seu corpo, lentamente retirou a mesma e a jogou no chão, observando o inimigo.

- Tá acabado baby, o último que a central mandou matar, dentro de minutos estará morto. – O renegado sorriu olhando para a companheira.

- Não! – O renegado gritou enquanto correu para a companheira. – Seu desgraçado! Quando foi que-

A renegada estava caída no chão gelado, com as mãos cobrindo a parte esquerda da cintura, ela se retorcia no chão pelo efeito do veneno, enquanto isso seu parceiro gritava.

- Seu maldito! Como ousou fazer isso...

Segundos antes, quando Ebitto viu seu inimigo sacando uma adaga envenenada, ele utilizou o “Vínculo sombrio”, habilidade exclusiva de renegados, que o ligou a Isis, o golpe sofrido por Ken seria então passado a Isis, caso essa mantivesse sua posição próxima a Ebitto. Ela percebeu que Ebitto estava na defensiva e tentou se afastar, mas seu parceiro, distraído, não percebeu o uso da habilidade, Ebitto então se deixou ser atingido em cheio, em uma posição não letal.

O renegado de cabelos negros se aproximava do casal no chão. Com a adaga empunhada na mão direita ele disse:



- Sua criança...seu fraco...seu lixo...Agora vocês dois vão me dar todas as informações que eu quero, a começar por essa tal de “central”.

A renegada que sofria com o veneno ainda teve forças para xingar o companheiro.

- Seu desgraçado, como você falou - o veneno percorria seu corpo e ela devia ser tratada imediatamente para continuar viva.

- Não se preocupe, vai dar tudo certo. – o renegado tinha sua companheira em seus braços, totalmente indefeso. Ebitto continuava se aproximando.

- Eu mandei começar a desembuchar...

Ken havia tirado do bolso um par de “Asas de borboleta”, com elas eles poderiam voltar a cidade em um instante, e era a chance de salvar sua companheira e amante, mas seu oponente não parecia disposto a deixa-los ir.

Ebitto apertou os olhos na direção dos dois, ainda em posição de ataque, quando foi, subitamente, surpreendido pelo arcano de seu clã.

- Ebitto, não faça isso, não agora.

Ebitto encarou o velho homem, e assentiu com a cabeça. Ok Thana. –pensou.

O casal sumiu em pleno ar quando Ken utilizou os itens para voltar à cidade. Instantes depois Miya, Lucios e Luiz chegaram ao local, encontrando apenas o renegado e o arcano.

Ebitto observou o sicário acompanhando o grupo. Logo disse:

- Parabéns Luiz, você ganhou nota...4. Puramente pelo esforço.

- Nota 4? Como assim sr Ebitto?

- Conseguiu chegar até o fim da busca, mas não descobriu todos os detalhes, se fosse uma operação real, com um membro raptado, você e Evlyn iriam apenas atrasar a missão de resgate.

- Era tudo...tudo uma farsa? Ahhh...minha cabeça..

O quarteto ria enquanto Luiz não sabia direito o que se passava. Por enquanto era melhor que o resto do clã não soubesse o que realmente poderia acontecer ao seu líder. E por mais que a dupla tenha conseguido fugir, Ebitto sabia quem eram seus inimigos, isso o atormentava e o deixava com
mais dúvidas. Por que queriam mata-lo? Quem é a central? Por que Isis estava com eles? Se ela também era uma ex-integrante da “Phoenix”.

- Vamos logo, eu estou com frio. – disse Ebitto enquanto cobria o braço direito, antes que o sicário percebesse a enorme cicatriz que ele escondia.

Ela era o resultado do abandono de Ebitto com a Phoenix, há oito anos, o que havia ali era uma enorme fênix tatuada, em forma de tribal, com um cifrão formando seu corpo, com a asa aberta e uma enorme cauda, uma marca que havia deixado de existir fisicamente, mas que havia retornado das cinzas na mente de Ebitto.






EPILOGO

O clã estava todo reunido, os membros comemoravam o final de ano em uma confraternização realizada pelo núcleo Valor. Algumas batalhas estavam marcadas para um torneio interno onde cada um poderia mostrar suas habilidades. O local escolhido era em Manuk, próximo ao centro da cidade. Ebitto estava afastado do restante do pessoal, olhando uma estatua que chamava atenção ali. Tudo que aconteceu nesses últimos meses, e tudo que ainda virá. Ebitto se virou e olhou a festança, satisfeito com o resultado do clã. Eu amo esse povo... antes de se juntar ao grupo, sentiu o aperto forte de sua esposa, esquentando seu corpo naquele lugar frio, ele olhou para ela, que sorria para ele. Ela segurou forte sua mão e os dois foram juntos até o resto do pessoal. - Feliz ano novo! – o grupo gritava unido e forte, enquanto o vento frio batia e fazia a bandeira do clã se abrir completamente.

Perto dali, um grupo utilizando capuz e sobretudo, preparado para um frio extremo, caminhava na direção de um gigante de madeira. Seguiam em fila, olhando para frente, pouco antes de perderem de vista o grupo que confraternizava um deles abaixou os óculos escuros que tampava seu rosto.

– Tudo certo.


Fim


Última edição por Tibeto em Qui Dez 01, 2011 9:32 am, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Dom Nov 20, 2011 6:27 pm

Não haverá capitulo esta semana. '-'
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Dom Nov 20, 2011 9:56 pm

Como assim não haverá capitulo esta semana
Haaaaaaaaaaaaa isso e uma tragedia u.u
vou até dormir com essa Sleep
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Sex Nov 25, 2011 9:54 pm

Capitulo Final postado! Ficou um pouco maior que os outros, mas nada que matará vocês...espero que gostem do desfecho...postem CRITICAS, COMENTARIOS, para que eu possa, no futuro, dar continuaçao a ela ^^

abraçs
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Sab Nov 26, 2011 12:21 am

Gostei mesmo do Fanfic, Parabéns Tibeto, esse talento que você tem é Incrível...

Agora, o que acho que está em falta, é só organização...


Tipo:


Na minha opinião ficaria melhor assim:

Não sei se você vai me entender '-' Mas, colocar uma forma de texto em cada local
[Ex: Negritos = Falas, Itálicos = Narrações, Sublinhado Itálico = Ações, Sublinhado = Habilidades usadas no momento...]
Spoiler:
 
Acho que ficaria melhor de compreender o que está acontecendo na história
E também, tem alguns errinhos ortográficos... x.x
Bom é isso, mais uma vez, Parabéns pela Historia, realmente ficou muito boa Smile
Espero que faça muito e muito mais, e cada vez melhores ^^
Um Abraço
o/
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Sab Nov 26, 2011 8:52 am

Eu quero mais, eu quero quero quero! e discordo acho que a Evlyn poderia ajudar e muito
apesar de ela ser jovem ela seria capaz de entender e ate decobrir algo realmente inportante. Razz
Continuação vai ser uma boa esperando anciosa.
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MensagemAssunto: Re: Fanfic - Vozes do passado   Qui Dez 01, 2011 11:18 am

adicionadas imagens
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